Consultoria

Nova legislação de Faturação Eletrónica para fornecedores do Setor Público

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Caro Cliente,

Em consequência do Decreto-Lei n.º 111-B/2017 de 31 de Agosto, os fornecedores do Setor Público serão obrigados a emitir faturas eletrónicas no âmbito da execução de contratos públicos.

Informamos que a solução de Transação Eletrónica de Documentos PRIMAVERA eTransactions (fornecida pela YET – a empresa do Grupo PRIMAVERA especializada nesta área), está já tecnicamente apta para responder a esta obrigatoriedade na versão que está atualmente no mercado, quer na vertente de emissão de documentos na figura dum fornecedor, quer na vertente de receção de documentos, para as entidades contratantes.

Contudo, pelo facto de não existir uma total uniformização de plataformas de receção de faturas eletrónicas por parte das entidades contratantes, sugerimos aos nossos Clientes que, sempre que surja uma entidade com esta necessidade, contacte-nos no sentido de ser esclarecido sobre qual o cenário de implementação do eTransactions mais ajustado.

Cumprimentos,

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RGPD – Prazos de Conservação dos Dados Pessoais

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O Regime Geral de Protecção de Dados (RGPD) diz-nos que devemos guardar os dados pessoais durante o período necessário para as finalidades… Qual o tempo adequado?

Devemos analisar a Legislação direta (ex. código do trabalho), indireta (ex. prazos de impugnação) e Boas Práticas (ex. Regulamentos Internacionais).

A análise desta Legislação e Boas Práticas guia-nos para o correto tempo de retenção!

Tem duvidas? Contacte-nos!

 

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RGPD – Porque é que bons processos internos são chave para a Segurança de dados pessoais?

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Porque é que bons processos internos são chave para a Segurança de dados pessoais nas organizações?

O Regulamento Geral de Protecção de Dados tem como objetivo que as organizações melhorem a segurança aos dados pessoais, isto quer dizer que devemos criar processos internos em que definimos como, quem, porquê e por quanto tempo esses dados são acedidos, sejam em formato digital ou em papel.

As ferramentas de segurança utilizadas (cofres, firewall, anti-vírus, entre outros) são importantes, mas se não definirmos corretos procedimentos e se não os dermos a conhecer através de formações e acções de sensibilização aos nossos Recursos Humanos, dificilmente conseguiremos inverter as estatísticas, pois o fator humano continua a ser um dos pontos principais de entrada do cibercrime, conforme pode ler no estudo “The Human Factor 2018”  elaborado pela da Proofpoint da Exclusive Group, que revela como os invasores estão a explorar a natureza humana.

Saiba como poderemos apoiar nos corretos processos e medidas de segurança, contacte-nos!

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